domingo, 17 de outubro de 2010

Willis Tower - Chicago

Para mim, Chicago sempre foi sinônimo de Sears Tower (acho que fica feio traduzido para português então vou falar em inglês mesmo ok?) que era o prédio/estrutura mais alto do mundo. Mas algumas coisas mudaram e em 1998 ela perdeu o posto para as Torres Petronas e em 2009 mudou o nome para Willis Tower. Hoje a Willis Tower é a terceira maior estrutura do mundo se você contar altura até o último andar (perdendo para Burj Dubai e Taipei 101) e se você considerar a altura até o topo, ela está em 5o lugar, perdendo para Burj Dubai, Taipei 101 e as duas Torres Petronas. Resumindo, é alto pra caramba! São 442 metros até o último andar e 527 metros até o topo e antena.


O observatório Skydeck fica no 103º andar e tem 412 metros de altura. Quando ele está fechado, há um segundo observatório no no 99º andar. Quando fui lá o dia estava lindo e na verdade eu fui a pé do museu Arts Institute do Chicago. É uma caminhadinha de 15 minutos mas passa rápido... Quando eu cheguei, a fila estava imensa e estavam dizendo que havia uma demora de 90 minutos para subir para o observatório. Fiquei meia apreensiva mas resolvi esperar na fila até pegar o elevador e chegar no andar da bilheteria. Isso demorou uns 10 minutos. Chegando na bilheteria, a fila era imensa mesmo e valor do bilhete é US$15, só que tem uma outra bilheteria do lado (e sem fila) que custa US$30 por pessoa e é chamado de "fast track". Lógico que comprei esse bilhete e em menos de 10 minutos, já estava entrando no elevador para ir para o observatório. Achei que valeu a pena pagar esse preço extra mas isso depende da disposição de cada um e do bolso também claro...

Entrada para o observatório.

O elevador até o observatório cabe umas trinta pessoas e vai passando um video falando sobre a torre etc... acho que é para tentar disfarçar o balanço do elevador... hahaha Achei que a subida balançou muito e fiquei um pouco tensa mas logo estava lá em cima.

O observatório é 360º e conseguimos ver praticamente Chicago inteiro... Em cada uma das janelas, tem um painel mostrando o que estamos vendo... enfim isso tem em praticamente todos as estruturas super altas né. O que eu achei de diferente foram umas estruturas de vidro que ficam para fora do prédio e parece que você está voando. São quatro estruturas dessas que tem no observatório sendo que uma delas tem uma fotógrafa que tira foto e  você pode comprar na saída. Eu comprei pq a foto ficou muito legal. Como é de graça tirar, acho que vale tirar... Depois você decide se vai querer ou não. Quando passar por essas estruturas de vidro, reparem que elas são retráteis. Achei isso interessante.

Vista de dentro da caixa de vidro.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Art Institute of Chicago - Chicago

No caminho desse museu, eu aproveitei para passear pelo Millenium Park (onde tem a escultura "The Bean" do Anish Kapoor e prepare-se para tirar várias fotos divertidas com essa escultura) e o Grant Park (onde fica o museu). Esses dois parques ficam lado a lado então você praticamente caminha de um para o outro e no caminho, entra no museu Art Institute of Chicago.

"The Bean" no Millenium Park

Esse museu é um dos mais importantes do mundo e seguramente se encontra entre os três principais dos Estados Unidos, junto com o Metropolitan Museum de NY e o Museu de Belas Artes de Boston. Ele é bem grande e se você tiver pouco tempo, vale pegar o mapa do museu que mostra as 12 obras mais importantes. Se você tiver tempo, eu recomendaria dividir a visita em mais de um dia. Assim não fica tão cansativo... Eu optei por pegar o mapa do museu mas antes eu me perdi um pouco pelas salas e depois peguei o mapa para ver as principais obras que eles destacaram e também algumas outras obras que o meu guia destacou.

Entrada do museu pelo Millenium Park.
Entrada do museu pela Michigan Avenue.
Essa foto foi tirada do terraço do museu.

O preço do ingresso é US$18 para adulto e US$12 para criança (se tiver menos de 14 anos é de graça), estudante e idoso. Nas quintas das 17-20 horas é de graça também.

Não deixe de ir no terraço para ver a vista da cidade e também tem um restaurante que foi recomendado pelo meu guia e estava com uma cara de ser bom mesmo. Tem também o restaurante do jardim que abre no verão e parece que é bom também.

Estação de metro: Adams (linhas verde, laranja, roxa e rosa) e Monroe (linhas azul e vermelha)

O museu tem mais de uma lojinha e elas estão espalhadas sendo que as duas maiores e mais legais estão localizadas nas duas entradas principais (a entrada pelo Millenium Park e a entrada pela Michigan Av). Eu comprei um livro legal e que não é pesado chamado "The Essential Guide" e são 320 obras de arte do museu com fotos e informação. Preço: US$19,95.

Essa foto é da edição 2009 que é mais recente e foi a que eu comprei.

Abaixo, segue fotos de algumas obras importantes do museu:

"American Gothic" - Grant Wood
Seated Buddha
"Auto-Retrato" - Vincent van Gogh
"Nighthawks" - Edward Hopper
"The Bedroom" - Vincent van Gogh
"A Sunday on La Grande Jatte" - Georges Seurat

Top 10 pontos turísticos - Chicago

Voltei de Chicago essa semana e estava pensando como eu iria organizar tudo que tenho para falar da cidade... Para começar, eu adorei a cidade! Estava esperando pegar um friozinho mas surgiu um calor anormal para essa época e peguei dias lindos de muito sol.

Achei melhor começar falando sobre os pontos turísticos e depois restaurantes e shopping. No guia "Top 10 Chicago" que foi o guia que eu comprei para essa viagem, eles listam os dez pontos turísticos imperdíveis da cidade. Eles são:

1) O Art Institute of Chicago

2) Torre Willis (antiga Sears Torre)

3) Field Museum
estação de metro mais perto: Rossevelt Rd.

4) Museu de Ciência e Indústria

5) Navy Pier

6) John G. Shedd Aquário
estação de metro mais perto: Rooselt (linhas verde, laranja e vermelha)

7) Lincoln Park Zoo
ônibus: CTA 151 ou 156

8) Magnificent Mile (uma parte da Michigan Av.)

9) Universidade de Chicago
estação de metro mais perto: Ruas 55th/56th/57th/59th

10) Casa e estúdio de Frank Lloyd Wright no Oak Park - Ele foi um arquiteto e seus  principais trabalhos foram a Casa da Cascata (também conhecida por Casa Kaufman, considerada a residência moderna mais famosa do mundo) e a sede do Museu Solomon R. Guggenheim em Nova Iorque.
estação de metro mais perto: Oak Park

Apesar de não ter ido nesses dez lugares, achei que seria legal colocá-los caso alguém tenha mais tempo do que eu na cidade ou para quem estiver programando a viagem.

Nos próximos dias, falarei sobre o Art Institute of Chicago, a Torre Willis, o Museu de Ciência e Indústria, o Navy Pier, a Magnificent Mile, o tour de arquitetura de barco e o Millennium Park (que não consta nessa lista). Coloquei o site e algumas informações sobre os lugares que não visitei para que vcs possam se informar mais.

Até já!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Chicago

Estou indo hoje para Chicago e semana que vem voltarei com muitas dicas!! Estou super animada pq sempre quis conhecer Chicago e todo mundo que já foi para lá só tem elogios a cidade... Vou dar um pouco de informação sobre  a cidade antes da minha partida e depois volto com mais.

Info (wikipedia): Chicago é a terceira maior cidade dos Estados Unidos, localizada no estado de Illinois, às margens do Lago Michigan. Dada a sua posição central no mapa americano, Chicago foi desde meados do século XIX um forte pólo comercial, industrial, rodoviário e portuário. É o segundo maior centro financeiro dos Estados Unidos, superado apenas por NY e o segundo maior centro industrial do país, superada apenas pela região metropolitana de Los Angeles. A bolsa de valores de Chicago, a Chicago Stock Exchange, é a terceira mais movimentada dos Estados Unidos (superada pela bolsa de valores de NY e da Nasdaq), e uma das mais movimentadas do mundo. 

Esportes: Só para citar os mais conhecidos, é a casa do Chicago Bulls (NBA - basquete), Chicago Cubs (basebol), Chicago White Sox (basebol) e Chicago Bears (futebol americano).

Ilustres nativos/Chicagoans ou moradores: Presidente Barack Obama, Oprah Winfrey, Nat King Cole, Walt Disney, Harrison Ford, Hugh Hefner, Bill Murray, Hillary Clinton, Robin Williams, Buddy Holly, Vince Vaughn, Frank Lloyd Wright, Charles Dickinson e Al Capone, só para listar alguns.

Fuso horário: Quando eu estiver lá, serão duas horas a menos mas quando o horário de verão não estiver em vigor, serão três horas a menos.

E para entrar no clima, segue a letra da música "My Kind of Town (Chicago Is)" que ficou conhecida na voz de Frank Sinatra e vai entrar no meu ipod.

My Kind of Town (Chicago Is)

Now this could only happen to a guy like me
And only happen in a town like this
So may I say to each of you most gratef'lly
As I throw each one of you a kiss

This is my kind of town, Chicago is
My kind of town, Chicago is
My kind of people, too
People who smile at you

And each time I roam, Chicago is
Calling me home, Chicago is
Why I just grin like a clown
It's my kind of town

My kind of town, Chicago is
My kind of town, Chicago is
My kind of razzmatazz
And it has all that jazz

And each time I leave, Chicago is
Tuggin' my sleeve, Chicago is
The Wrigley Building, Chicago is
The Union Stockyard, Chicago is
One town that won't let you down
It's my kind of town

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Livro: Eu receberia as piores noticias dos seus lindos lábios


Esse livro já havia chamado a minha atenção por causa do seu seu título. Adorei o título, aliás é um dos títulos de livros que mais gosto. E algumas semanas atrás um amigo me indicou esse livro mas eu não lembrava o que ele tinha me dito, apenas que era um livro bom e resolvi comprar.

Não sabia muito bem o que esperar e o primeiro parágrafo da orelha do livro já pegou a minha atenção: "Queremos o que não podemos ter, diz o professor Schianberg, o mais obscuro dos filósofos do amor. É normal, saudável. O que diferencia uma pessoa de outra, ele acrescenta, é o quanto cada um quer o que não pode ter. Nossa ração de poeira das estrelas."

Não sei se esse livro pode ser chamado de romance, na minha opinião sim. Mas ao mesmo tempo, ele tem um lado policial, misterioso... Não quero falar muito sobre ele para não estragar a leitura de ninguém e assim como aconteceu comigo, espero que vocês possam se surpreender ao longo do livro.

O livro conta a história de um fotógrafo, Cauby, e o seu caso de amor com Lavínia, uma mulher sedutora, misteriosa, instável... e casada. Tudo acontece numa cidade pequena do Pará que fora palco de uma corrida de ouro algum tempo antes. Na história, conhecemos alguns personagens tão pitorescos quanto trágicos como Chang, Pastor Ernani, Professor Schianberg, Dona Jane, o Careca, Viktor Laurence e alguns outros. Esses personagens nos são apresentados durante a narrativa da história de Cauby e Lavínia. As histórias poderiam se atropelar e se confundir mas o autor, Marçal Aquino, faz essa transição tão bem que o resultado é muito positivo.

Esse livro foi um daqueles que quando estava perto do final, comecei a ler mais devagar para não acabar tão depressa e quando acabou, estava com um sorriso no rosto.

Um pouco sobre o autor (o texto a seguir é da orelha do livro): "Marçal Aquino nasceu em Amparo, no interior paulista em 1958. Publicou, entre outros livros, os volumes de contos O amor e outros objetos pontiagudos (1999), Faroestes (2001) e Famílias terrivelmente felizes (2003), além das novelas O invasor (2002) e Cabeça a prêmio (2003). Autou como roteirista dos filmes Os matadores, Ação entre amigos, O invasor, Nina e Crime delicado."

O link abaixo tem o trecho inicial do livro:
http://bravonline.abril.com.br/conteudo/literatura/livrosmateria_301328.shtml

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Assento ruim no avião?

"Putz... que droga! Estou sentada na fila da saída de emergência!"

"Que droga, estou sentada em frente ao lado do banheiro! PQP!"

Já aconteceu isso com você? O pior é quando é voo mais longo e esses probleminhas fazem o voo se tornar cem vezes pior... E a porta de emergência? Vai que acontece alguma coisa? Eu é que não quero ter que ficar responsável por abrir a porta de emergência!! E muito menos quero ficar sentada ao lado da fila do banheiro... E por ai vai...

Mas agora nossos problemas acabaram com a ajuda do site http://www.seatguru.com/. É só colocar o nome da companhia aérea e o número do voo ou o trecho e horário e ele te mostrará o "mapa" de assentos do avião. Vai dizer quais são os assentos bons e os ruins, aonde ficam os banheiros, portas de emergência, assentos para aeromoça etc... E ainda mostra quais são as "amenidades" do avião, por exemplo, se tem tv individual, tomada, quais são as refeições (café da manha, almoço, lanche e/ou jantar) que serão servidas etc...

Para completar, quando você escolher a companhia aérea, o site te encaminhará para uma página que tem os telefones e site da cia aérea, informações sobre bagagem, sobre a sala vip e algumas outras informações úteis.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Livro: 1808


Queridos leitores, não se enganem pois o título desse post não está errado, eu é que estou atrasada... Indo na contramão do autor, Laurentino Gomes, que acaba de lançar o seu 1822, acabo de ler o seu 1808. Na verdade esse livro não tinha chamado a minha atenção quando lançou até pq ele virou um bestseller logo de cara e tantos artigos foram escritos sobre ele que acabei me desinteressando... ai esse ano, sem saber que o 1822 estava no "forno" tive vontade de ler o 1808. Peguei emprestado o exemplar do meu pai e embarquei de volta ao passado...

De início fiquei encatanda pelo livro que é descritivo e o autor consegue nos transportar para aquela época (não quero entrar no mérito sobre a pesquisa do livro e veracidade dos fatos pois não tenho como julgar, ok?). Mas conforme fui lendo, confesso que me desapontei um pouco, quer dizer bastante. O livro continuava cheio de detalhes e informações mas para mim, faltou um pouco de romance. E nem posso reclamar pq li uma entrevista do autor dizendo que ele não romantizou. Mas foi justamente isso, entre outras coisas, que fez com que eu perdesse um pouco do entusiasmo. Normalmente gosto de ler livros que misturam história com ficção mas esse não era o intuito do livro. E por mais que o autor tivesse todo o cuidado de nos colocar os fatos em uma linguagem mais leiga, ainda assim às vezes me pareceu um livro de história dos tempos de colégio (monótono...). Não vou falar muito sobre a história da obra pq acho que a grande maioria sabe do que se trata: a fuga da família real portuguesa para o Brasil, duzentos anos atrás.

De qualquer forma, pode ser que eu leia (pegando emprestado de alguém) o 1822 para dar continuidade à leitura mas dessa vez, já sei o tipo de leitura que me espera.

P.S. Achei estranho uma das fontes do autor ser o Wikipedia...