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terça-feira, 6 de julho de 2010

Cinema: De Volta para o Futuro II

Os cinéfilos de plantão e a galera da década de 80 já reconheceram a foto abaixo? E onde está o erro?


No filme "De Volta para o Futuro II", Marty McFly entra no DeLorean (no ano de 1985) e viaja para o futuro. Hoje essa foto circulou por sites e emails como se o dia de hoje fosse a data da chegada do protagonista ao futuro.

Mas... como não dá para acreditar em tudo que lemos, essa foi mais uma brincadeira falsa da internet... A data verdadeira é 21 de outubro de 2015.

De qualquer forma daqui a cinco anos os fãs da trilogia poderão celebrar a data!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Cinema: Eclipse

É hoje o dia que quase todas as adolescentes e as não-adolescentes (tipo eu) estavam esperando: o lançamento do filme Eclipse da série Twilight. Não comprei para estréia porque tive essa experiência no segundo filme, Lua Nova, e perdi metate do filme por conta das gritinhos na sala... Mas amanha eu vou!
Para entrar no clima do filme, olhem o que eu achei na internet! Pena que não vende aqui...

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Cinema: The Buddha


Semana passada, assisti o documentário "The Buddha" que conta a história de Siddhārtha Gautama desde o nascimento passando pelo momento que atingiu a iluminação suprema e tornou-se o Buda até o seu falecimento. A narração é feita pelo ator e seguidor da religião budista há 35 anos, Richard Gere e tem alguns comentários de estudiosos budistas como o poeta ganhador do Prêmio Pulitzer, W.S. Merwin e o próprio líder espiritual dos budistas, Dalai Lama.

A vida do Buda é contada através de ilustrações e esculturas budistas e também mostra alguns locais sagrados como Bodh Gaya (foi lá, embaixo de uma árvore Bodhi que Siddhārtha Gautama atingiu a iluminação) e Kusinara (onde Buddha faleceu). Além da vida dele, o documentário também fala um pouco sobre a religião e os seus pilares.

Gostei muito do documentário, mesmo sendo um pouco arrastado em alguns momentos. Para quem desconhece esse tema e tem interesse, é uma ótima forma de aprender, mesmo que superficialmente e para quem conhece (como eu), a gente sempre lembra de algum fato esquecido e aprende algo novo.

Esse documentário saiu em dvd nos Estados Unidos em abril desse ano e não sei se tem previsão de tradução... sorry... Eu acabei comprando lá fora mesmo.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Cinema: Alice no País das Maravilhas


Não sou muito de colocar artigos nesse blog mas acabei colocando um na semana passada e quando eu vi esse texto sobre o filme "Alice no País das Maravilhas" do Tim Burton, não resisti em colocar aqui... Vi esse filme há umas duas semanas atrás e conversei com várias pessoas sobre o filme e as mensagens nas entrelinhas. E esse texto resume bastante alguns dos temas que conversei e outros que não tinha pensado...


Esse artigo foi publicado no jornal O Globo no dia 17/05/2010 e foi escrito por José Renato Avzaradel.

"Alice no filme de Tim Burton nos diz várias vezes que aquilo não era um sonho, pois não adiantava se beliscar, mesmo que com força. Ela não acordava do sonho. Aquele era um mundo subterrâneo real e não um sonho. Um mundo ao qual ela já tinha ido, que ela já visitara várias vezes, mas do qual não se lembrava e que precisava se lembrar para saber se ela era ela. Criada por Lewis Carroll décadas antes dos escritos de Freud, Alice nos faz conhecer o mecanismo mental da repressão.

Para entrar neste mundo ela precisa ser simultaneamente adulta para pegar a chave e pequena para passar pela portinhola. Precisa encontrar uma solução e conviver com esta ambigüidade. Ser simultaneamente adulto e poder regredir faz parte inevitavelmente de todo processo de psicanálise. Neste mundo mágico, onde domina a fantasia, por vezes Alice é muito grande, pode tudo, onipotente. Por vezes é frágil, muito pequena, menor que uma criança pequena. Neste mundo vai encontrar seus fantasmas, os monstros que a aterrorizam e vai tentar superar seus conflitos. Como ser sempre boa se é necessário enfrentar e derrotar o monstro cortando-lhe a cabeça? Portanto precisa reconhecer que não é tão boa quanto acredita e que precisa de sua agressividade para preservar a vida. Então quem é Alice afinal? Como ela mesmo diz no livro de Lewis Carrol: “não sei explicar nem a mim mesma porque eu não sou eu, compreende?”

A busca por encontrar sua verdade e sua necessidade de transformação para tornar-se alguém de quem ela mesma goste, nos é dito pela própria um pouco mais adiante: “... e não adianta virem se pendurar na beirada e me dizer: Suba minha querida! Não vou nem olhar para eles. Vou só dizer: Primeiro digam quem sou. Se achar que me serve ser esta pessoa subirei. Senão, ficarei aqui em baixo até virar de novo alguém que valha a pena.”

Estas palavras nos são ditas de uma forma ou de outra por todos aqueles que mergulham no fundo de seu poço, penetram no seu mundo subterrâneo e adquirem a certeza que apenas lá encontrarão suas respostas. Nisto surge o chapeleiro maluco que estabelece uma incomum parceria com Alice. Ele cuida das coisas da cabeça e é claro não poderia ser lá muito normal. Mas esta parceria é essencial para que os caminhos no mundo subterrâneo possam ser realizados. Ele conhece os caminhos até porque já os trilhou e assim pode acompanhá-la. Esta idéia não é nova. Dante só consegue descer aos seus infernos guiado pela mão de Virgilio.

Quando Alice está mergulhada neste mundo fantástico, que tem lá a sua coerência, que não é necessariamente a do mundo da superfície, ela descobre algo fascinante ao se deparar com um monstro terrível que a ameaça quando vai buscar a espada. E, mais ainda, a chave do cadeado está no pescoço do monstro. Ela devolve a ele seu olho que lhe tinha sido tirado e neste instante o gesto de amor mitiga o ódio e o monstro se coloca ao lado dela, trata de sua ferida no braço e a ajuda a enfrentar as dificuldades e os demais inimigos. Esta é verdadeira chave que liberta. A pulsão de vida mitiga a pulsão de morte e a agressividade se torna um instrumento a favor da vida. Mas ela precisa resolver ainda um problema: como lidar com as rainhas (mães?) boa e má? Como administrar isto dentro de si? Lewis Carroll parece ter lido Melaine Klein 80 anos antes dela ter escrito seus trabalhos.

Quando Alice está próxima de enfrentar seu terrível monstro ela vai adquirindo seu tamanho real. Nem onipotentemente grande, nem fragilmente pequena. Após sua vitória, a solução dos conflitos, pode deixar para trás o chapeleiro maluco, com uma certa saudade e retorna a vida de superfície, onde não lhe é difícil agora resolver todas as suas questões. E Tim Burton sagazmente acrescenta a historia original a viagem à China, um enorme ampliar de horizontes. "

*JOSÉ RENATO AVZARADEL é psiquiatra e Membro Didata da Sociedade Brasileira de Psicanálise

http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/posts/2010/05/17/a-alice-de-tim-burton-uma-leitura-psicanalitica-292389.asp

segunda-feira, 22 de março de 2010

Cinema

Esse final de semana acabei alugando 3 filmes de uma vez só e resolvi colocar meu cinema em dia rsrsrs

O primeiro dos três filmes que vi foi "O Fantástico Senhor Raposo" (Fantastic Mr. Fox). Sei que é desenho e fiquei com um pé atrás de pegar esse filme mas ele concorreu ao Oscar de Melhor Animação (não ganhou...), o George Clooney, Meryl Streep, Jason Schwartzman dublaram os personagens principais e a direção é do Wes Anderson (The Royal Tenenbaums, Rushmore, The Life Aquatic with Steve Zissou, Viagem a Darjeeling...). P/ completar, o filme é baseado em um livro do Roald Dahl. Achei que fosse ser uma daquelas animação (exemplo: Os Incríveis) que diverte tanto o público infantil quando o público adulto. No entanto, não gostei muito. Os personagens são muito ricos e tem características peculiares e distintas que fazem deles todos serem interessantes mas o filme não me atraiu muito e não me prendeu. Como ele não é muito longo, deu para assistir mas não recomendo, ao não ser que vc seja muito fã de filme de animação (esse é em stop-motion).

O segundo filme que vi foi "Um Sonho Possível" (The Blind Side ). Tentei ver no cinema mas estava lotado então aluguei... Estava esperando muito desse filme pois ele tem sido bastante comentado, além da Sandra Bullock ter ganhado o Oscar e por ser baseado em uma história real. Fora que quando eu vi o trailer, já fiquei super emocionada.
O filme me decepcionou um pouco pois estava esperando um super drama mas a sensação que tive é que tentaram tanto emocionar, divertir, mostrar o politicamente correto e conscientizar, que a história acabou se perdendo no meio disso. Claro que a história é linda, ainda mais sabendo que é real e quando acaba o filme, a gente sai com a sensação de que se todos nós fizermos um pouco e estendermos a mão ao próximo, o mundo será melhor. Mas achei que faltou alguma coisa para envolver o público. A Sandra Bullock está bem no papel da mãe mas não deu p/ entender pq ela ganhou aquela quantidade de prêmios por essa atuação. Talvez pq ela sempre fez filmes de comédia e por ela ter feito algo de diferente e se saído bem ou talvez tenha sido fruto de uma política de boa vizinhança... não sei a razão mas o fato é que se fosse outra atriz de peso e acostumada a fazer filmes de drama, talvez não tivesse tido tanto barulho... Tb acho que poderiam ter escolhido um ator melhor para fazer o papel do pai, ao invés do cantor Tim McGraw. Finalizando, a história do filme é muito bonita e acho que todos podemos aprender alguma coisa...
Para quem for ver o filme e não entende nada de futebol americano (como eu...), logo na primeira cena, a personagem da Sandra Bullock explica um termo do esporte que tb dá origem ao título original do filme.

Por fim, o último filme que vi nesse final de semana foi a comédia "Cadê os Morgan?" (Did You Hear About the Morgans?) que ainda não entrou em cartaz no cinema mas pelo andar da carruagem, pode ser que vá direto para dvd... rsrsrs Não tenho muito o que falar desse filme, além dele ser totalmente previsível. Esse filme pode ser explicado pela simples soma de um roteiro fraco + escalação de dois atores conhecidos de Hollywood. No caso, o Hugh Grant passa o filme fazendo aquelas mesmas caras que ele faz em todos os filmes e a Sarah Jessica Parker tentado sair do papel de Carrie (Sex and The City) mas acaba piorando... e quando a gente menos espera (se é que a gente espera alguma coisa), lá está ela falando de moda e compras... Não recomendo nem um pouco alguém ir ver esse filme no cinema. Se quiser alugar, tudo bem mas esse é um filme sessão da tarde mas aqueles piorezinhos da sessão da tarde. Pq as vezes tem um filmes que são previsíveis mas são fofos e divertidos mas não é o caso desse.
Acabei de ler que vai estrear dia 26/03 no cinema mas se vc leu o que eu escrevi, não gaste seu tempo com esse filme.

terça-feira, 16 de março de 2010

Cinema Paris

Em clima parisiense total, fiz uma lista de alguns filmes onde a cidade encanta como pano de fundo:

À Francesa (Le Divorce)
Alguém tem que Ceder
Antes do Anoitecer (Before Sunset)
A Pantera Cor-de-Rosa 1
A Pantera Cor-de-Rosa 2
Camille Claudel
Casablanca (Vale só pela frase "Nós sempre teremos Paris")
Coco Antes de Chanel
Dois Dias em Paris (2 Days in Paris)
Esqueça Paris (Forget Paris)
Julia & Julie
Moulin Rouge
O Closet (Le Placard)
O Código da Vinci
O Corcunda de Notre Dame
O Diabo Veste Prada
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain
O Valet (La Doublure)
Paris, Te Amo
Piaf, Um Hino ao Amor
Ratatouille
Sabrina
Todos Dizem Que te Amo (Everyone Says I Love You)
Um Lugar na Platéia (Fauteils d'Orchestre)

Quem lembrar, pode acrescentar... só coloquei os que eu já vi mas não lembrei de todos claro...